Isaac Asimov (1920 - 1992)

Início | As Personalidades | Isaac Asimov

Isaac Asimov nasceu em Petrovic, uma pequena aldeia da União Soviética, em 2 de janeiro de 1920 e migrou com a família aos três anos de idade para os Estados Unidos, onde foi naturalizado. Faleceu em New York, em 6 de abril de 1992.

  Publicou mais de 500 livros e recebeu várias vezes os maiores prêmios de Ficção Científica, o Hugo e o Nebula.

Começou a escrever aos 11 anos de idade e, em seu primeiro conto publicado em 1939, previu com detalhes a conquista da Lua pelo homem com 30 anos de antecedência.

Dentre suas contribuições para o gênero da Ficção Científica descatam-se os inúmeros contos sobre robôs nos quais apresentou as lendárias três leis da robótica (mais tarde ampliadas para quatro) que de tão precisas e perfeitas foram não só adotadas por outros autores como támbem passaram a fazer parte dos anais científicos.

Entre as suas principais obras, merece destaque uma tetralogia, "A Fundação": "Fundação", "Fundação e Império", "A Segunda Fundação" e "Os Limites da Fundação". Também pode-se citar: "As Correntes do Espaço", "O Império do Sol", "Os Próprios Deuses", "O Fim da Eternidade", "As Abóbadas de Aço", "O Sol Brilha Luminoso" e muitas outras.

Ao longo de 40 anos, Asimov escreveu a sua famosa série "Robôs", composta pelos seguintes livros:

Eu, Robô 1950
Caça aos Robôs 1954
Os Robôs 1957
Os Novos Robôs 1964
Nós, Robôs 1982
Os Robôs do Amanhecer 1983
Os Robôs e o Império 1985
Sonhos de Robô 1986
Visões de Robô 1990

As Leis da Robótica (de Asimov) são:

Lei Zero: Um robô não pode causar mal à humanidade ou, por omissão, permitir que a humanidade sofra algum mal, nem permitir que ela própria o faça.

Lei 1: Um robô não pode ferir um ser humano ou, por omissão, permitir que um ser humano sofra algum mal.

Lei 2: Um robô deve obedecer às ordens que lhe sejam dadas por seres humanos, exceto nos casos que em tais ordens contrariem a Primeira Lei.

Lei 3: Um robô deve proteger sua própria existência, desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira e a Segunda Leis.

Isaac Asimov tinha uma visão bastante crítica em relação à militarização do espaço: "Não acredito que a Guerra das Estrelas seja factível nem que ninguém a leve a sério. É somente um invento para arruinar os russos. Porém nós também nos arruinaremos. Parece uma bravata de John Waine" (segundo E. P. Thompson e B. Thompson, citado por Ronaldo Rogério de Freitas Mourão, em "Astronáutica - do Sonho à Realidade".

História da Conquista Espacial © Karl H. Benz